Em 2022, quando me tornei freelancer, recebi dois convites: um para ministrar uma oficina de divulgação científica para pesquisadores de uma universidade federal e outro para ser professora em um projeto de jornalismo comunitário na periferia de São Paulo.
Desde então, passei a atuar no campo da educação informal. Desenvolvi técnicas e habilidades de ensino de comunicação e ministro aulas e palestras para três tipos de público: estudantes de ensino médio, jornalistas graduandos ou recém-formados e cientistas.
Os conteúdos são adaptados para cada público. Pode chamar de oficina, de aula, curso, palestra...
Minha jornada na sala de aula começou no Repórter Paraisópolis, um programa de jornalismo comunitário para jovens (e nem tão jovens) da comunidade. Ensino como fazer uma reportagem do zero, quais são as ferramentas de que um jornalista precisa para ser repórter e os elementos essenciais da reportagem. Tem aulas teóricas e práticas e os alunos são acompanhados do começo ao fim.
Falar bem não é um dom, mas treino. Quem vê políticos, empresários e famosos na TV pode achar que é talento, mas a verdade é que dá para aprender. Esta oficina de comunicação já foi ministrada para pesquisadores da USP, Unicamp, UFES, entre outras universidades importantes. Se você é cientista e quer aprender a se comunicar, esta formação é para você!
Jornalistas em formação ou recém-formados que querem saber mais sobre o jornalismo de ciência podem se interessar por esta modalidade. O mini-curso ensina técnicas de reportagem e como pensar em boas pautas de ciência, como se preparar para entrevistar pesquisadores e como escrever uma matéria de ciência que possa ser entendida por qualquer tipo de leitor.